As 2 Mudanças Mentais Que Pessoas Muito Bem-Sucedidas Fazem

“Quando você muda a forma como olha para as coisas, as coisas que você olha mudam. ”— Max Planck, Teórico …

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“Quando você muda a forma como olha para as coisas, as coisas que você olha mudam. ”— Max Planck, Teórico quântico alemão e vencedor de Prêmio Nobel falando da importância das mudanças.

A importância das mudanças

Há duas mudanças mentais primárias que ocorrem na vida de todas as pessoas muito bem-sucedidas. Muitos fazem a primeira, mas pouquíssimos fazem a segunda.

Ambas as mudanças requerem certa distância mental dos modos de pensar convencionais da sociedade. De muitas formas, essas mudanças requerem que você desaprenda a programação negativa e destrutiva da sua juventude, educação pública, e até mesmo da sua vida adulta.

A fundação da primeira mudança é o poder sublime de escolha e responsabilidade individual. Uma vez que você faça essa mudança, você está habilitado a se isentar da pobreza do tempo, finanças, e relacionamento. Em outras palavras, a primeira mudança te permite criar uma vida feliz e próspera, onde, na maior parte, você controla como e onde investir seu tempo para as próximas mudanças.

Infelizmente, os resultados da sua primeira mudança podem ser muito satisfatórios ou paralisantes. Desta forma, poucas pessoas acendem até a segunda e depois as próximas mudanças. Assim sendo, Greg McKeown, autor do bestseller Essencialismo explica, “O sucesso pode se tornar um catalisador para o fracasso.”

Por exemplo, quando músicos começam, eles escrevem música por amor. Os sonhos deles costumam ser enormes. Se eles acabam fazendo sucesso, em quase todos os casos, eles começam a produzir menos e menos músicas com o passar do tempo. Isso acontece por causa de um desses dois motivos:

  1. Há mudanças no foco deles do porquê eles estão escrevendo música para o quê a música os trouxe. Consequentemente, ou eles estão satisfeitos com seus resultados ou não possuem mais a motivação de escrever. Ou, eles desejam fazer mais música mas o fogo (o “porquê” deles) se foi, e deste modo, eles não conseguem criar com a mesma profundidade e qualidade que antes.
  2. Eles se tornam perfeccionistas e paralizam. Eles temem já ter feito o melhor trabalho deles. Elizabeth Gilbert descreve a paralisia dela em sua bela apresentação no TED talk. Depois de mega sucesso de Comer, Rezar e Amar, Gilbert não conseguia mais escrever. Ela sabia que não seria capaz de replicar o resultado de Comer, Rezar e Amar. Essa paralisia é onde muitas pessoas ficam presas.

Entretanto, Gilbert é diferente da maioria, porque, como ela explica na palestra no TED talk, ela seguiu em frente apesar do seu sucesso. Para fazer isso, ela se forçou a falhar algumas vezes e os bloqueios emocionais dela se foram, tornado-a capaz de continuar sua carreira criativa.

 

Neste artigo, eu explico o processo de experimentar as primeiras mudanças.

Vamos começar:

Mudanças: 1 – O poder da escolha

A seguir temos os componentes principais do seu modelo mental depois de experienciar a primeira mudança:

Você é responsável pelas suas mudanças

“Se é para ser, depende somente de mim.” — William H. Johnsen, famoso pintor afro-americano

Para fazer a primeira mudança, você precisa ir de um local externo de controle para um local interno de controle. Isso é o jeito científico de dizer: você para de bancar a vítima de circunstâncias externas e aceita responsabilidade pela sua vida.

Você é responsável por como você responde à vida. Você não mais reage impulsivamente. Você não mais culpa os outros pela sua parte.

Você é 100% responsável pelo seu casamento, por exemplo. Nada desse negócio de 50/50. É tudo sua responsabilidade. Se falhar, é sua culpa. Você faz escolhas e agora há consequências. Claro que outros podem estar envolvidos, mas você não pode os culpar por suas escolhas.

No livro, Extreme Ownership: How U.S. Navy SEALs Lead and Win, os autores Jocko Willink e Leif Babin explicam que esse nível de responsabilidade é fundamental para uma verdadeira liderança. Não existem times ruins, existem lideranças ruins. Qualquer coisa negativa resultado de uma operação em time cai nas costas do líder. Qualquer resultado positivo, por outro lado, se torna mérito do time.

Autoliderança, similarmente, envolve o mesmo nível de responsabilidade. Se algo não der certo, quem (ou o quê) você culpa? Se é qualquer coisa que não seja você mesmo, você continuará sendo refém das coisas que estão fora do seu controle.

Toda escolha tem um custo e uma consequência

“Livre arbítrio” não existe.

Você não é “livre” para agir como quiser, a não ser que esteja disposto a aceitar as consequências dos seus atos. Como Stephen R. Covey explica, “Nós controlamos nossas ações, mas as consequências que vêm com essas ações são controladas por princípios.”

A única forma de evitar consequências negativas, então, é entendendo os princípios que governam as consequências naturais. Por isso pessoas bem-sucedidas estão sempre aprendendo e lutando para entender o mundo ao seu redor.

Uma vez que você perceber que todas as escolhas—até mesmo as pequenas—produzem um resultado, você pode decidir quais resultados você quer. Nenhuma escolha é livre. Toda escolha está ligada a um resultado. Deste modo, cada escolha tem um significado.

A consequência final (e o custo) de cada escolha é TEMPO! Você não pode ter seu tempo de volta. É claro, você pode corrigir o curso. Você pode aprender com seus erros do passado. Você pode resolver problemas. Mas sempre há um custo. Uma vez que você perceber isso, você estará mais sensível quando se trata de gastar tempo em atividades que não são essenciais.

Sucesso (e felicidade) é uma escolha

Sucesso, saúde, e felicidade são consequências. Elas são subprodutos.

Elas são efeitos, não causas.

Você não pode controlar os efeitos; os princípios controlam os efeitos. Entretanto, você pode controlar as causas, que é seu comportamento.
Fatores ambientais negativos? Mude-os.

Uma meta-análise recente mostra que a maioria das pessoas entende mal a confiança. Confiança não gera uma performance melhor. Em vez disso, a confiança é um biproduto de uma performance anterior.

Por exemplo, se você começa bem o seu dia, você tem mais chances de ter confiança durante o restante do dia. Se você começa mal, a performance anterior vai acabar com sua confiança, mesmo inconscientemente.

Entenda isso: confiança é uma reflexão direta da performance anterior. Logo, ontem é mais importante do que hoje. Por sorte, hoje é o ontem de amanhã. Então mesmo que hoje sua confiança não seja boa, sua confiança de amanhã ainda está sob seu controle.

Uma vez que você fizer a primeira mudança mental, você sabe que seu estado mental é sua responsabilidade e o produto de suas escolhas. Se você quer ser confiante, isso depende de você. Se você quer ser feliz, isso depende de você. Se você quer ter sucesso, isso depende de você.

O momento linear é essencial

“Quando você experienciar um momento linear positivo, você nunca mais vai querer parar.” — Dan Sullivan, fundador de treino estratégico

Finalmente, as pessoas que experienciaram a primeira mudança mental realmente se importam com o momento linear. Eles trabalharam duro para desenvolver o momento linear e sabem como é não ter um.

Não ter um momento linear é difícil. É como a maior parte das pessoas vivem suas vidas. E sem o momento linear, resultados são mínimos, mesmo com muito esforço.

Consistência é a chave para desenvolver um momento linear. Você consegue isso colocando esforço intencional em um único objetivo ou visão, e eventualmente o efeito surge. É como se várias forças externas estivessem trabalhando para o seu bem. Porque elas estão.

Manter o momento linear depois de tê-lo, então, se torna algo muito importante. Você precisa manter uma sede contínua por aprendizado e crescimento.

A maioria das pessoas ficam presas na primeira das mudanças

Se você aceitou responsabilidade total por sua vida e escolhas, você vai desenvolver amor por aprender. Você vai entender e viver princípios que vão organicamente facilitar o sucesso na sua vida.

Entretanto, há um nível muito mais alto nessa primeira mudança, e a maioria das pessoas não chega lá.

No livro, Liderança Tribal, os autores Dave Logan, John King e Halee Fischer-Wright explicam as diferentes culturas de organizações.

A maioria das organizações operam em uma cultura de “estágio 3”, onde é “cada um por si”. Logo, o objetivo da cultura do estágio 3 é competir e não colaborar. Essa competição ocorre com as pessoas dentro da mesma organização. Todos estão tentando “subir a escada”. Logo, há puxa-sacos, facadas nas costas, segredos, e outras bobagens.

Pessoas que vivem nessa cultura não se importam com a organização como um todo. Elas só se importam com o que a organização pode fazer por elas. Elas também só mantém relações enquanto aquelas relações as  beneficiam. Elas não conseguem pensar a frente de suas necessidades e desejos. É tudo a respeito delas. E por esse motivo, elas sofrem. Logo, a visão delas sobre si mesmos e sobre o mundo é bem pequena e limitada.

Os principais obstáculos para as pessoas bem-sucedidas que fizeram a primeira mudança são:

  • É tudo a respeito “deles”
  • A visão deles não se estende além de suas próprias necessidades e objetivos
  • Elas ficam satisfeitas e distraídas por seu próprio sucesso
  • Elas param de fazer as pequenas coisas que criaram seu sucesso (elas param de aprender e trabalhar)
  • Elas esquecem do “porquê”
  • Elas se tornam perfeccionistas, e perdem a motivação de falhar e aprender
  • Elas se colocam acima de seu sucesso e identidade pessoal
  • Elas vão da ofensa à defesa—ao invés de ir atrás de mais, elas focam a energia em manter o que elas adquiriram
  • Elas se tornam obsessivas com a constante afirmação de si mesmas e dos outros, e param de procurar um feedback genuíno
  • Elas não aprendem a trabalhar bem com os outros
  • Elas pensam que o jeito delas é o “certo”
  • Elas não conseguem confiar em outras pessoas o bastante para aceitar colaboração

Se você está em busca de uma vida de felicidade e prosperidade individual, você não precisa ler mais do que isso.

Entretanto, se você quer alcançar um degrau ainda mais alto de crescimento, relacionamentos, e contribuições, eis como funciona a segunda mudança:

Mudanças: 2 – O poder do contexto

“Sinergia é o que acontece quando um mais um é igual a dez ou a cem ou a mil! É o resultado profundo quando dois ou mais seres humanos estão determinados a ir além de ideias superficiais para encontrar um grande desafio.” — Stephen R. Covey

No livro, Ego is the Enemy, Ryan Holiday explica que muitas pessoas bem-sucedidas “param de ser estudantes”.

Quando você é um estudante, você busca ter seu paradigma destruído. Você quer estar errado e quer feedback. Você se importa em aprender mais do que com o que os outros vão pensar sobre você.

Além disso, uma vez que você desenvolve confiança e habilidades para fazer um trabalho incrível através da primeira mudança, você pode perceber que sozinho só chegará até certo ponto. A mentalidade de “lobo solitário” é superestimada.

Você pode ser capaz de arrasar na vida sozinho. Mas você conseguiria arrasar muito mais com a ajuda da pessoa certa. Isso é o que Stephen R. Covey explica em Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes. Os primeiros hábitos são para ajudá-lo a experienciar a primeira mudança, ou o que Covey chama de “Vitória Particular.”

Os hábitos que Covey diz serem necessários para experienciar essa vitória particular são:

  1. Seja proativo
  2. Comece com o final em mente
  3. Coloque as coisas importantes em primeiro lugar

Uma vez que você dominar esses hábitos, você irá da dependência a um estado alto de independência—a primeira mudança mental.

Entretanto, três hábitos adicionais do livro do Covey tem a intenção de levá-lo além da independência até um estado de interdependência, onde você experiencia relações sinérgicas em todas as áreas da sua vida. O que chamo de segunda mundaça, Covey chama de “Vitória Pública”.

Os hábitos que Covey diz serem necessários para experienciar essa vitória pública são::

  1. Pense em situações onde todos se beneficiem
  2. Busque antes entender… para então ser entendido
  3. Tenha sinergia

Eu conheço muitas pessoas “bem-sucedidas” que não demonstram esses três hábitos. Ao invés de buscar entender, eles somente buscam serem entendidos. Ao invés de sinergia, eles só fazem coisas do “jeito deles”, vendo os outros como inferiores. Eles não sabem trabalhar em time. Eles não são receptivos ao ensino. De fato, eles ligam muito pouco para as outras pessoas.

Tem sido dito que o século 21 é o momento da mulher, porque naturalmente, mulheres demonstram muitas das características necessárias para prosperar na economia global e em time atualmente. Em média, mulheres trabalham muito melhor em time e como colaboradoras. Homens, por outro lado, são inclinados ao ego e auto-absorção. Homens comumente querem a glória enquanto as mulheres simplesmente querem contribuir e crescer.

A seguir veremos os principais componentes do seu modelo mental após você experienciar a segunda mudança:

Pensando 10x Mais

“Quando 10x Mais é sua barra de medição, você imediatamente vê como consegue contornar tudo que os outros estão fazendo.” — Dan Sullivan

Se tornar “bem-sucedido” requer aceitar responsabilidade pessoal na sua vida e escolhas. Por natureza, isso é estar acima da média, já que a média não aceita responsabilidade.

Pensar 10x Mais é muito diferente do que simplesmente aceitar responsabilidade. Envolve uma grande visão onde outros também terão responsabilidade. Além disso, pensar 10xMais envolve muito mais coragem e criatividade do que simplesmente “ser proativo”.

Pensar 10x Mais o leva do seu objetivo de ganhar R$100.000 por ano para ganhar R$1.000.000.

Quando você faz isso, sua estratégia imediatamente muda.

Em seu livro, Tools of Titans, Tim Ferriss explica que pensar 10x Mais pode vir de perguntar coisas “absurdas”, tal como a pergunta que o bilionário Peter Thiel fez a si mesmo: Se você tem um plano de chegar a algum lugar em 10 anos, você deveria perguntar: Por que não posso fazer isso em 6 meses?

Desse tipo de perguntas, Ferriss continua:

“Por propósitos de ilustração aqui, eu devo parafrasear [a pergunta de Thiel] assim: ‘O que você faria para alcançar seu objetivo de 10 anos nos próximos 6 meses, se você tivesse uma arma apontada para sua cabeça?’ Agora, vamos pausar. Eu espero que você leve 10 segundos para pensar nisso então magicamente alcance um objetivo que levaria 10 anos nos próximos meses?

Não, eu não espero. Mas eu espero que a pergunta vá abrir sua mente, como uma borboleta que explode uma crisálida para emergir com novas capacidades. Os sistemas “normais” que você tem, as regras sociais que você forçou em si mesmo, as estruturas padrões—elas não funcionam quando se pergunta algo assim. Você é forçado a rasgar restrições artificiais, como rasgar uma pele, para perceber que você tinha a habilidade de negociar sua realidade o tempo todo.”

Se você quer pensar maior, faça perguntas melhores (e mais absurdas).

Uma vez me perguntei como conseguiria escrever um artigo que conseguiria um milhão de compartilhamentos. O resultado foi uma lista de 10,000 palavras, algo que nunca tinha visto até então.

Esse tipo de pergunta leva a avanços criativos e diferentes tipos de pensamentos. Isso também facilita organicamente um tipo diferente de estratégia.

Que pergunta absurda vai abrir sua mente e tirá-lo de suas formas tradicionais e limitadas de pensar?

Delegue

“Delegue tudo exceto no que você é essencial.” — Dan Sullivan

Quando você começa a pensar 10x Mais, você percebe que não pode fazer tudo sozinho. Você precisa estar muito mais focado.

Logo, se torna essencial construir um time imediatamente. Sua rede é seu patrimônio líquido.

Quanto antes você construir um time, mais rápidos, amplos, e profundos serão seus resultados. Em quase todos os casos, você não se sentirá pronto para criar um time.

Não se prenda a nenhuma noção preconcebida do que “construir um time” significa. Não significa necessariamente que você precisa “contratar” pessoas do jeito tradicional. Pode significar uma troca de favores. Ou que você tem relações onde todos se beneficiam.

Essas relações são mutuamente benéficas onde cada um foca em seu próprio poder.

Colaboração e sinergia em todas as áreas da vida

“Sozinhos conseguimos fazer tão pouco; juntos podemos fazer tanto.” — Helen Keller

Tire um minuto do seu tempo para examinar a sua vida.

Quando você vai para a academia, você tem um parceiro de treino? Pesquisas mostram que a maioria das pessoas preferem malhar sozinhas. Entretanto, se você já experimentou o crescimento disponível quando impulsionamos um ao outro, a ideia de malhar sozinho parece cômica.

Como Michael Jordan explica, “Talento ganha jogos, mas trabalho em equipe e inteligência ganha campeonatos.”

De um modo darwiniano, a maioria das pessoas compete com outras que estão no mesmo nível. Aqueles que buscam crescimento rápido competem com outros mais avançados, o que Josh Waitzkin chama de “investir na falha”. Um princípio de ordem ainda maior é colaborar com os outros que estão mais avançados do que você.

Por exemplo, se você quer ficar mais forte de uma forma mais rápida, exercite-se com pessoas que estão com o corpo em forma melhor do que você. Se você quer fazer um trabalho incrível, trabalhe com pessoas mais talentosas do que você. Se você quer se tornar uma pessoa melhor, namore ou case com alguém melhor.

Claro, se for uma colaboração de verdade, você vai precisar contribuir com bastante também. Isso não se trata de ociosidade social. Isso tem a ver com crescimento intensivo, e portanto deve ser benéfico para todas as partes e ter sinergia.

Como Andrew Carnegie, um dos americanos mais ricos de todos os tempo, explicou, “Trabalho em equipe parece ser mais efetivo se cada indivíduo ajuda o outro a obter sucesso, aumentando a sinergia daquele time; idealmente, cada pessoa irá contribuir com habilidades diferentes para aumentar a eficiência do time e desenvolver sua união.” Outro bilionário, Richard Branson, disse de forma similar, “Construa seu próprio time de negócios. Para sobreviver nos negócios é necessário ter uma sinergia de habilidades.”

Em tudo que fazemos, devem haver elementos sinérgicos e colaborativos. Claro, há alguns trabalhos que são seus trabalhos. Entretanto, esses trabalhos devem ser incorporados dentro de um grupo de outros e em direção a algo muito maior.

De novo, uma grande diferença da primeira mudança para a segunda é que você é responsável por mais do que apenas você mesmo. Porque outros dependem de você para aparecer e fazer a melhor escolha, você é responsável pelo seu time.

Estes outros podem ser clientes, fãs, família, um parceiro de trabalho. Tanto faz. O que importa é, você é responsável pelo sucesso de outras pessoas. Além disso, de várias formas, o sucesso deles é o seu sucesso. O crescimento deles e desenvolvimento é tão satisfatório quanto o seu próprio—às vezes mais.

Descanso e recuperação

“Trabalhar com um objetivo 10x Mais e uma estratégia requer que seu cérebro esteja relaxado, descansado, e rejuvenescido.” — Dan Sullivan

Pensamento profundo, criativo, e estratégico é exaustivo. Um componente essencial para a segunda mudança é fazer “menos, mas melhor”. Onde a primeira mudança costuma ser sobre a quantidade de trabalho, a segunda mudança é sobre a qualidade.

Para experienciar a primeira mudança, muitas vezes você precisa só jogar vários dardos em um quadro. Simplesmente jogar um dardo é visto como uma grande vitória, inicialmente. Eventualmente, alguns desses dardos começam a acertar o quadro e chamar mais atenção. Porém, uma vez que você fez a segunda mudança, você estará entre os melhores. Não é somente sobre acertar o quadro. É sobre acertar o centro do alvo, consistentemente.

Precisão.

Qualidade.

Conservação, descanso, e recuperação, então, se tornam crescentemente essenciais. Funciona assim em todos os níveis de elite. Por exemplo, atletas profissionais passam um tempo enorme descansando. Roger Federer e LeBron James disseram que dormem em média 12 horas por dia.

De forma parecida, para ganhar massa e força, muitas pessoas precisam malhar menos, e dar ao corpo delas mais recuperação e sono. Porém, durante os exercícios, elas precisam malhar de forma mais intensa. Menos, mas melhor. O mesmo acontece para o trabalho mental e estratégico.

Recuperação é mais do que apenas descansar fisicamente. É estar completamente desconectado. Por exemplo, um estudo recente aponta que o uso constante do smartphone impede que as pessoas se recuperem completamente do trabalho (e da vida). De certa forma, as pessoas estão sempre “ligadas” para distração e conexão. Elas nunca desconectam. As pessoas vivem com seus smartphones.

No estudo, o grupo experimental, que se tornou mais consciente sobre o uso do smartphone, e passou a fazer pausas adequadas, foi capaz de experienciar distanciamento do trabalho (que é essencial para a recuperação e o engajamento), foi capaz de relaxar, e ter mais controle.

Tenha isso em mente: Mantenha limites saudáveis no uso do seu smartphone e da internet. Quando possível, mantenha seu smartphone longe de você. É quando está fisicamente próximo, que você vai usá-lo inconscientemente. Mantenha ele no seu carro quando chegar do trabalho. Ou mantenha ele em uma gaveta separada no seu quarto. Permita-se realmente descansar e recuperar para que possa ter mais engajamento na vida e no trabalho! Isso é absolutamente essencial se você quer fazer a segunda mudança.

Conclusão das suas mudanças

Estas mudanças mentais são incríveis.

Seja aonde você estiver na sua jornada pessoal, você pode intensificá-la e aprofundar seu entendimento dos princípios em vários níveis.

Nunca deixe de ser um estudante. Nunca pare de aprender.

Acabe com qualquer paradigma que você tenha e consiga um novo. Quando você muda a forma como olha para as coisas, as mudanças acontecem nas coisas que você olha.

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