Quem é você?

Você realmente sabe quem você é? Eu quero te ajudar a desconstruir o mito que você construiu sobre si mesmo …

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Você realmente sabe quem você é?

Eu quero te ajudar a desconstruir o mito que você construiu sobre si mesmo e assim você começar a ter clareza de quem você é de verdade.

Eu acredito que esse conteúdo vai mexer fortemente com suas crenças e com aquilo que você acredita…

Isso até pode ser um pouco desconfortável, mas acredite em mim:

Você vai começar a ganhar super poderes se ficar até o fim, refletir e absorver o conteúdo que eu vou transmitir aqui para você.

E o primeiro passo para se dominar é se conhecer.

O super poder que eu falo se chama domínio próprio.

Se dominar é ter controle sobre seus hábitos, controle sobre o que você pensa, controle sobre o que você fala, controle sobre como você age e por último uma influência maior sobre seus resultados. 

Sem dúvida nenhuma uma vida onde você tem domínio sobre si, significa uma vida mais feliz e uma vida de mais realizações.

Esse conteúdo terá 3 níveis de consciência, cada nível simboliza um nível de profundidade do assunto e no final eu contextualizo os 3 juntos.

Primeiro Nível

Vamos começar pelo básico e fazendo um exercício.

Imagina que estamos nos conhecendo pela primeira vez. Eu me apresento para você:

Eu sou Alan Nicolas, esposo da Indi, CEO na NeoLife e empresário há quase 10 anos.

Agora é sua vez, como você se apresentaria?

Eu imagino que seja algo similar a minha apresentação:

Olá eu sou o fulano de tal, trabalho em tal empresa ou tenho tal profissão.

Normalmente é assim que nos apresentamos, nós falamos sobre rótulos, sobre referências.

Vou dar mais 2 exemplos:

Meu nome é João Luiz eu sou médico no hospital Caridade.
Eu sou a Joana e sou designer na NeoLife.

Aqui eu começo a desconstruir quem você acredita que é.

Vamos começar pelos exemplos que eu dei.

João Luiz é médico e trabalha no hospital Caridade.
Joana é designer e trabalha na NeoLife.

Se ambos perderem o emprego, eles deixam de ser quem são?

Não, certo?

O João, continua João Luiz o médico.
A Joana, continua a Joana designer.

O mesmo serve para você, acredito que você continua sendo você, mesmo se sair da empresa que você está atualmente.

Concorda comigo?

Vamos avançar então.

João, Joana e você trocam de profissão.

João vira advogado, Joana escritora e você também muda completamente de profissão.

Você continua sendo você?

João e Joana continuam sendo João e Joana?

Sim. Concorda?

Sua profissão e onde você trabalha não definem o seu Eu.
E é bem provável que você já tenha trabalhado em diferentes tipos de empresas e tenha escolhido ao longo da sua vida diferentes tipos de profissão, mas você continua sendo você.

Agora vamos nos aprofundar…

Se eu começar a chamar o João Luiz de Matheus e a Joana de Eliza.

Eles mudam quem eles são?

Não, não mudam.

Agora deixa eu te contar uma história para você entender como isso é verdade.

Meu irmão se chama Jean Felipe.

Ele nunca foi chamado de Jean em casa, sempre foi Felipe ou Lipe.

Aos 7 anos, uma semana antes de começar as aulas eu lembro que eu e a minha irmã pegamos no pé dele que ele não ia mais ser o Felipe, agora ele ia ser o Jean.

Como você deve lembrar na escola a chamada é feita em ordem alfabética e eles chamam pelo primeiro nome.

Lembro até hoje que ele disse: Não, eu sou Felipe e eu não vou responder se me chamarem de Jean.

No primeiro dia ele voltou frustrado, todos chamavam ele de Jean, mesmo ele dizendo que ele era o Felipe.

Uma semana depois ele já tinha aceitado ser chamado de Jean e assim foi até ele servir a aeronáutica. Lá o nome dele por 3 anos mudou para Lima Souza.

E ele nem se importou mais em mudar de nome.

Ele não associou mais quem ele era ao nome que ele possuía.

Muitos de nós nos definimos pela nossa profissão, pela nossa formação e muitos de nós somos muito apegados ao nosso nome.

Mas vamos refletir.

Seu nome provavelmente veio de um filme, uma novela, um livro ou só de uma febre do momento como Enzo e Valentina.

E nada contra esses nomes, mas eles não te definem.

Seu pai e sua mãe nem te conheciam quando te batizaram com um nome, era simplesmente algo que eles gostavam no momento.

E você carrega isso para toda sua vida.

Em algumas culturas indígenas o nome troca a medida que a pessoa vai crescendo baseado em seus feitos, sua profissão, sua colaboração com a tribo e sua personalidade.

O pequeno lobo, que ganhou com esse nome por possuir uma marca de nascença na perna com formato de lobo, passa a ser o macaco saltitante por gostar de subir nas árvores quando é criança, quando adolescente passa a ser chamado de raposa papuda por conseguir pegar coelhos de maneira furtiva e se gabar disso, e quando adulto vira o grande lobo caçador por liderar as caçadas e prover alimento para toda sua tribo.

Mas nós carregamos o mesmo nome para toda vida e normalmente temos um grande apego a ele.

Se eu gritar em uma multidão o seu primeiro nome e ele não for muito exótico, é bem provável que muitas pessoas vão olhar para mim.

Ou seja, até como identificação ele não é muito eficiente.

Agora em Dezembro mesmo, meu amigo Allan Maiate estava me visitando e sempre que chamavam um de nós, não sabíamos quem estavam chamando. Pedimos então para nos chamarem de Nicolas e ele de Maiate e funcionou melhor.

E assim como aconteceu com meu irmão, se eu começar a te chamar de outro nome é só uma questão de tempo até você se acostumar.

Pois o nome também não define quem você é.

Agora desconstruímos uma parte superficial de quem você acredita que é.
Concordamos que se mudar o seu nome e sua profissão, você continua sendo quem você  é. 

Certo?

SEGUNDO NÍVEL

Vamos para um próximo nível.

Agora no nível 2 nós vamos aprofundar ainda mais.

Lembrando que estamos desconstruindo a imagem que você tem sobre você mesmo. E eu quero que você reflita sobre quem você é de verdade.

No nível 1, desvendamos juntos que o nome, a profissão e sua formação não definem quem você é.

Agora quero começar o nível 2 fazendo uma pergunta um pouco estranha…

Que parte do seu corpo você acredita que você é?

Como assim Alan?

A minha pergunta é essa mesmo.

Que parte do seu corpo você acredita que é?

Talvez você me responda, eu sou o meu corpo todo. 

Isso tudo sou eu, desde os pés até a ponta do cabelo da cabeça.

Nós temos uma identificação muito grande de quem nós somos com nosso corpo.

E para entender melhor essa pergunta vamos fazer outro exercício mental.

Digamos que eu quero te transformar em um ciborgue.

Como o Robocop, sabe? Meio humano, meio máquina.

Eu vou trocar seus olhos por olhos biônicos capazes de enxergar no escuro, visão raio x e poder dar zoom até 3 km de distância.

Também vamos trocar suas pernas e braços e colocar um exoesqueleto acoplado diretamente na sua coluna para que você possa correr 3x mais rápido e levantar 20x mais peso.

Mas quanto de você posso remover antes que você pare de ser você?

Vamos tentar responder essa pergunta de outra maneira.

Bom, você sabe que você é feito de células.

As células não tem força de vontade, não tem uma missão de vida ou consciência que elas estão vivas ou seja, elas em si não pensam.

O seu corpo possui muitas, aproximadamente cerca de 37 trilhões delas.

Agora o quanto existe de você nelas? 

Se você perder 10% das suas células, você deixou de ser 10% quem era?

Vamos olhar isso por outro ângulo.

Se você doar sangue ou um órgão, bilhões de células suas são capazes de sobreviver em outra pessoa, sem você, mas se tirarmos todas as suas células não existe um você.

Então você é suas células? 

E com isso voltamos para pergunta similar a do ciborgue, quantas células ou quais células você pode perder antes de deixar de ser você?

Difícil de responder?

Esse é o propósito deste conteúdo, fazer você refletir de forma profunda sobre quem você é.

Vamos lá!

Ainda estamos presos na questão o quanto é possível remover, sem você deixar de ser quem é com o objetivo de identificar onde está você aí dentro do seu corpo.

Mas pra você mesmo chegar a essa conclusão, vou te trazer alguns dados pra gente fechar esse nível 2 e partir para o nível 3.

Vamos falar um pouco dos ciclos de mudança que acontecem no nosso corpo.

Você já se perguntou por que a sola do seu pé não gasta tanto quanto a sola do tênis?

Ou a sua pele não se gasta como a roupa que fica por cima dela?

Na verdade elas gastam. A diferença é que o nosso corpo se renova constantemente. A roupa e o sapato não.

O livro Life Unfolding do James A. Davies, fala com detalhes como esse processo acontece.

Nosso intestino que está em constante atrito com a comida, ele se renova de 2 a 5 dias.

Em pouco mais de 2 semanas toda água do nosso corpo muda.

Isso acontece pois estamos sempre consumindo e expelindo água.

Como o nosso corpo têm 70% de água, isso quer dizer que ele muda 70% da composição dele a cada 2 semanas!

E tem mais… 98% dos átomos que compõem as células do nosso corpo são renovados todo ano. Isso acontece simplesmente porque a gente se alimenta, bebe e respira.

Pra você ter uma ideia, em um período de 10 a 15 anos você é praticamente 100% substituído!

A exceção à isso são as células nervosas que quase nunca trocam e que em boa parte acompanham a idade que você tem. Essas células nervosas estão concentradas principalmente no seu cérebro, o que faz todo sentido biológico.

Ou seja, descobrimos duas coisas com essa informações.

  1. Nós somos essencialmente um fluxo de moléculas com auto-consciência. Moléculas que se renovam e que juntas assumem uma formato, o corpo humano. E o seu eu só pode existir no estado presente. É o mesmo que acontece com um rio: se você entra nele agora e volta nele depois, o rio não será mais o mesmo porque os fluxos de água são diferentes.
  2. Que você já devia saber é que você deve estar no seu cérebro e sistema nervoso, pois é onde estão as células que são menos substituídas.

Com isso conseguimos responder aquelas 2 perguntas que eu fiz.

Quantas células ou quais células você pode perder antes de deixar de ser você?

Você perde quase todas as células do seu corpo nesse fluxo constante de mudança, as que continuam acompanhando você ao longo da sua vida são as células do seu cérebro.

E isso já responde a pergunta do ciborgue.

Posso trocar tudo, desde que mantenha o seu cérebro.

Mas o seu EU não é definido pelo seu cérebro e sim pelo que acontece dentro dele.

TERCEIRO NÍVEL

E é sobre isso que vamos falar agora no nível 3.

O nível da consciência de quem você é.

Existem duas citações que eu gosto e que me fizeram refletir bastante sobre esse nível, o nível de quem nós somos. E essas duas frases estão conectadas.

A primeira citação é:

Eu não sou quem eu penso que sou, o que eu penso é quem eu sou.

Você pode dizer eu sou alegre, eu sou determinado, eu sou grato.

Mas se você vive reclamando, você não vai ser alegre, determinado e muito menos grato.

Na verdade você é uma pessoa pessimista, que desiste fácil e que é ingrata.

Você pode dizer o contrário, mas a qualidade dos seus pensamentos definem quem você é.

A segunda frase é:

Eu não sou quem eu penso que eu sou.
Eu não sou o que você pensa que eu sou.
Eu sou o que eu penso sobre o que você pensa que eu sou.

Nós somos animais sociais, estamos constantemente buscando amor e aceitação.

Logo é muito importante para o que os outros pensam sobre nós, é da nossa natureza.

E você pode até dizer.

“Alan, eu não estou nem aí para o que os outros pensam sobre mim.”

Mas você está completamente errado e eu vou te mostrar agora.

Quem é a pessoa mais importante da sua vida?

Talvez você responda o seu filho, a sua esposa ou esposo, sua mãe ou o seu pai.

Agora me diz, você não está nem aí para o que essa pessoa pensa sobre você?
Não estou falando do que a sociedade, ou pessoas desconhecidas pensam sobre você.

Estou falando da sua tribo, afinal somos animais tribais. 

Ao longo de dezenas de milhares de anos nosso cérebro foi se desenvolvendo para performar em tribo.

Apenas recentemente, cerca de 5.000 anos que começamos a possuir grandes cidades.

E mesmo assim foi apenas no século 19 que começamos a ter uma interação menos tribal.

Ou seja, você vive em uma sociedade que preza pelo individual e te diz para não se importar com a opinião dos outros, mas o seu cérebro se desenvolveu para fazer totalmente o contrário.

Apesar de gostar muito dessas duas frases e elas terem uma profundidade bem interessante, eu quero me aprofundar um pouco mais, pois elas não são suficientes para trazer clareza sobre quem você é.

Espero que você ainda esteja aí me escutando e que o seu cerebro não tenha fritado.

Eu sei, é muita informação e muita informação que frita os miolos.

Mas fica comigo que vai valer a pena.

No livro Sapiens do israelense yuval harari escreveu:

O que nos faz humanos é a capacidade que temos de acreditarmos coletivamente em um a história, em uma ideia.

Nós acreditamos em histórias fictícias como dinheiro, países, empresas e por aí vai, entidades criadas apenas no campo da imaginação.

Alan é claro que dinheiro, países e empresas existem.

Bom, esse assunto eu que posso escrever e falar sobre em outro momento.

Vamos focar aqui primeiro desconstruir a ficção que criamos sobre nós mesmos, depois com tempo nós podemos desconstruir outras ficções também.

Então voltando.

E o que nos faz humanos é a capacidade que temos de acreditarmos coletivamente em um a história, em uma ideia.

Agora o que faz você ser você são as histórias que repetidamente você conta para você mesmo.

Você não é o seu passado, você não é as suas memórias. 

Você é o que você conta pra você mesmo sobre elas.

E não só isso, mas todo resto.

Constante estamos dando significado para aquilo que em si não tem significado.

Quantas vezes você já fez uma ação que na hora você nem notou, uma ação inofensiva como fazer uma brincadeira com um amigo, mas aquela pessoa ficar sentida com você.

Pra você era uma brincadeira positiva ou algo que você nem notou mesmo que estava fazendo, mas aquela pessoa carrega histórias que ela conta para ela mesma que fizeram ela dar um sentido negativo para a sua ação.

O seu EU é inteiramente baseado em um conjunto de ideias que são reforçadas pelas histórias que você conta pra você mesmo.

Essa é sua auto imagem, aquele que você realmente “é”.

Pois é um estado e não algo permanente.

Se você já viu meus stories no Instagram, você percebeu que todos os dias eu leio um documento chamado Leitura Matinal.

Esse documento contém a minha essência, aquele quem eu sou.

O meu  conjunto de ideias traduzidos por missão, visão, zona de genialidade, paixões e outros itens.

Ideias, as ideias que foram o Alan do presente.

Ideias que inclusive mudam.

Afinal somos um fluxo de ideias.

Alan, deixa eu ver se eu entendi, você supostamente descobriu quem você é, as suas ideias no caso e colocou em um documento.

Se você é isso, por que você lê todos os dias?

Existe uma frase que eu não canso de repetir:

Você precisa ser mais lembrado do que ensinado.

Todo dia que eu leio aquele documento eu reforço em mim quem eu sou.

Você já assistiu aquele filme “Como se fosse a primeira vez” com Adam Sandler, que a Lucy a mulher loira, perde todos os dias a memória quando dorme?

Se você não viu eu conto rapidinho.

Lucy sofreu uma acidente de carro o que fez ela perder a capacidade de armazenar as informações do dia enquanto dorme, então todos os dias ela acorda no mesmo dia anterior ao acidente do carro. Como personagem do Adam Sandler está apaixonado por ela, ele tem que sempre criar lembretes para quando ela acordar ela saber quem ela se tornou.

Todo dia ela precisa ser lembrada de quem ela é.

Não de quem ela foi, isso ela sabe, mas de quem ela é no presente.

E algo muito parecido acontece com a gente.

E é provável que aconteça exatamente sobre esse conteúdo com você.

Você leu até aqui, teve vários insights, vários momentos de expansão de consciência, de entender melhor quem você é.

É bem provável que você acorde amanhã, conte as histórias antigas e continue igualzinho.

A história que você vai contar talvez seja:

Aquele podcast foi legal, mas aquilo era uma viagem.

Isso aqui é a realidade.

E aqui mora o perigo.

Você já aprendeu que você é as histórias que você conta pra você mesmo.

Quer mudar sua vida?

Comece a contar uma história diferente a partir de agora.

Algumas pessoas acreditam que uma maneira eficiente de continuar vivo após a morte é através dos seus filhos.

Pois estarão passando seus genes e seu nome de família adiante.

Coitados, não entenderam nada.

Você concorda comigo que você, quem define o EU não é o seu nome certo?
Logo passar o nome da família não faz sentido para preservar quem você é.

Você concorda que nosso eu está no cérebro certo?

Os genes dos nossos neurônios sofrem cerca de 1.000 mutações ao longo da nossa vida. Ou seja, passar 50% dos seus genes adiante não é uma forma muito eficiente de fazer isso.

Então qual seria uma forma mais efetiva de permanecer vivo mesmo após a morte?

Eu vou dar 4 exemplos para você de pessoas que continuam vivas após suas mortes.

Quatro exemplos de pessoas totalmente diferentes e que permaneceram vivas por meios diferentes.

John Lennon dos Beatles, através da sua música suas ideias até hoje são espalhadas pelo mundo.

Ideias como por trás de músicas como Imagine.

Shakespeare que transmitiu suas ideias através de poemas.

Jesus Cristo, não teve filhos, mas teve quantas cópias? Quantas pessoas tentam seguir seus ensinamentos e viver conforme suas ideias.

Aristóteles através da filosofia continua até hoje impactando milhares de vidas como a minha. Eu estudo e aplico os ensinamentos estoicos de Aristoteles, logo ele continua vivo através de mim.

Lembre-se nós somos um fluxo de ideias.

Agora você entende que você é um fluxo constante de mudança, tanto no seu corpo quanto na sua mente, pois você é definido pelas histórias que você conta pra você mesmo.

Essas histórias mudam conforme nossa consciência expande através dos conteúdos que absorvermos, os livros que lemos, conversas e podcasts como esse aqui que você está escutando.

Ou sejam o  nosso EU muda constantemente.
Em outras palavras o nosso EU morre constametne.

A vida é uma jornada que vence aqueles que aprenderem a morrer antes da morte.

Eu matei muitos Alans e vou matar muito mais.

Histórias que eu contava pra mim mesmo como:

Pessoas não são confiáveis.

Ter funcionário é só dor de cabeça.

Pra ganhar mais, vou ter que trabalhar mais.

Eu sou assim. Sempre fui assim. Não vou mudar.

Eu não sou bom o suficiente.

Essas histórias geravam Alans que eram incapazes de ir além. 

De ser, conquistar e contribuir mais.

Eu enterrei e vou continuar enterrando versões de mim mesmo.

Não tenha medo de mudar!

A mudança é um processo natural, mesmo não querendo você está mudando.

Agora entendendo tudo isso que eu falei.

Você tem um poder, o poder de direcionar essa mudança.

E a chave você já possui, basta mudar as histórias que você conta pra si mesmo.

Esse podcast vai ficando por aqui.

Obrigado por ter permanecido até o fim.

Tenho certeza que alguma semente de mudança eu consegui plantar em você.

Agora é sua vez de regar essa semente através da reflexão.

Referências usadas neste conteúdo:

(Vídeo) Who are you?
(Vídeo) O que somos nós?

(Livro) “Life Unfolding”, de Jamie Davies
(Livro) “Sapiens”, de Yuval Harari

Mais conteúdos para você se aprofundar:

Vídeos do Leo Gura (Actualized.org).
Ele é uma grande fonte de inspiração para minha evolução e os meus conteúdos.

(Vídeo) Reproduction Is An Illusion – Why It Doesn’t Matter If You Have Kids
(Vídeo) Understanding The Authentic Self – Discovering Who You Really Are
(Vídeo) Self Image – The Amazing, Absolute Key To All Personal Growth

Canais que me ajudam a entender mais sobre esse assunto.

(Canal) Kurzgesagt – In a Nutshell
(Canal) The School of Life
(Canal) Aaron Doughty

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